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Avoando..

Desde que me entendo por gente eu escrevo. Quando eu era pequena, adorava 'criar poesias'. Ok, eu não era uma Cecília Meireles, mas para uma criança que não completara nem uma década ainda, eu me saía bem. Sem contar que entrei para a escola no ano que faria três anos de idade porque eu já sabia o alfabeto inteiro de cor e, quando minha mãe soletrava, eu escrevia meu nome corretamente. Fora também os inúmeros blogs que já tive até chegar ao 'emiliaabreu'. Bom, acho que já deu pra perceber o quanto gosto de escrever, né? Mas a finalidade do post não é mostrar meu 'dom', e sim, a minha chatice quanto ao português.

Se tem uma coisa que me dá nos nervos é gente que fala errado. E pior ainda, gente que escreve errado. Porque quando falamos, podemos tentar matar o português, mas ele mesmo te releva e deixa passar batido alguns erros que, gramaticalmente, estão fora da lei. Mas é na hora da escrita que o bicho pega. Hoje mesmo eu estava conversando com uma amiga por orkut. Scrap pra lá, scrap pra cá e ela me manda um 'o que eu faSSo, Maria?'. Preparem um velório bem grande. Mataram o Português! E não me venham colocar a culpa no ICQ, no QTC (eu já tive isso!) ou no MSN! Quem sabe mesmo português, jamais escreveria FASSO ("faço", pra quem ainda não entendeu)! 'Vc', 'pq' e 'msm' eu até aceito. Mas aí vem os miguxês. 'Vs,' pk' e 'msmu'. Ah não! Me enterrem com o Sr. Portuga!

Bom, semana retrasada passei por uma quase-vergonha. De início tive vontade de sumir do mapa, mas depois... É, deixa eu contar.

Estava eu na faculdade, numa aula chatérrima de Anatomia Humana e a professora falava de articulações. As meninas que estavam do meu lado (sim, as que me estressaram no post anterior) conversavam e riam, e eu? Bom, eu queria mesmo era dormir. Entre uma conversa e outra delas, ouvi o assunto 'prova de genética'. Acordei. Lembrei que eu não tinha entendido patavina da matéria e estava completamente por fora. Comentei com elas..

Eu: Nossa, é mesmo! A prova de genética!

Elas: Pois é, tá quase chegando!

Eu: Tô com medo... Tô completamente avoada na matéria!!!

Elas pararam. Olharam uma pra outra e dispararam a rir. E eu fiquei alí, sem saber o que eu tinha feito/falado de errado! Então uma delas vira pra mim e diz:

Uma delas: Uai Maria Emília, você AVOA? - E elas começam a rir desesperadamente.

Quase morri de vergonha! Meu Deus, justo eu, fui tentar falar difícil e... errei? De onde eu tinha tirado isso? 'Avoada'! Vê se pode! E elas me zoaram o resto da aula... na despedida ainda disseram 'Avoada só não é pior que gostar de KLB, ein?'. Ah tá, valeu.

Mas sabe quando você fica com uma coisa na cabeça? Então. Eu até cheguei a brincar com elas 'ah, falha técnica!', mas eu sabia que eu não tinha tirado isso do além! Poxa, 'avoada'!! Eu sempre falei 'avoada'! Ou não? Ou eu estava enganada? Era outra palavra que eu usava e eu troquei? Elas me zoaram tanto... não é possível!

Tá vendo minha nóia com o português? Então.

Cheguei em casa com a cabeça explodindo! Eu queria porque queria saber de onde eu tinha tirado a palavra 'avoada'. Liguei a internet e joguei no Google.

Avoar: Desatento, distraído. Ex.: Larga de ser mente avoada e presta atenção na aula.

Desculpem aí meninas, mas eu estava certa.

Ah claro, fui otimamente bem na prova de Genética. E quanto ao post anterior, uma delas me pediu desculpas e jurou nunca mais jogar o peso de um trabalho nas minhas costas.

E eu pensando que avoada era eu...

Beijos, M.E.



- Postado por: Emy =) às 02h41
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Desabafo.

Ontem fui numa resenha a convite do Cássio. Foi numa casa dentro do meu condominio e Nic, Vic e Gel vieram - como recusar? Bom, a resenha meeesmo não estava lá essas coisas, mas no fim, acho que nunca ri tanto na minha vida!
Se isso fosse há um ano, com certeza chegaríamos amanhã na escola pra contar todos os 'bafos' pra Dê e Jek, que não foram. Seria mais um dia sem prestar atenção na aula e com, obviamente, MUITAS risadas! De lei né. Mas, isso não acontece mais. E é aí que começa o objetivo do meu post de hoje.
Nunca fui muito amiga da novidade. Minha companheira mesmo era a rotina. Nunca me incomodou e até pelo contrário, sempre me fez bem. Acho que isso é culpa da insegurança que também me acompanha diariamente. O fato é que a rotina "escola+amigas=todo dia" me fazia muito feliz, e eu sabia.
Saí, me diverti com elas.. e amanha? Amanhã vou pegar meu caderno, minha bolsa, vou pra faculdade, conversarei assuntos avulsos com pessoas que não me conhecem verdadeiramente e voltarei pra casa. É uma rotina? É. E por isso to começando a considerar novidades.
Esse tal de não me conhecerem por dentro é outro fator que não me agrada tanto também. Fora a imagem que eu descobri que eu passo para as pessoas. Dia desses uma colega minha me disse que eu tinha cara de patricinha e cdf. Parei pra pensar o porque disso..seriam as minhas roupas? Ou o fato de eu vir de um colégio particular? De eu não saber andar de onibus? Acho que na verdade, é uma junção do pouco que elas me conhecem.. porque se me conhecessem de vera, me ignorariam rs. Não que eu seja rica, influente e tal. Mas me vejo deslocada, sabe? A amioria alí vem de cidades pequenas, distritos daqui. Outras moram em bairros de pessoas com baixa renda. Não queeu me sinta superior, mas elas me enxergam como uma 'filhinha de papai'. Já a parte de eu ser CDF, além do colégio particular, convenhamos que eu passei em 4º lugar. Confesso, nunca peguei uma recuperação na vida, mas vá, isso não significa que eu sou uma aluna exemplar. Vou contar um fato que aconteceu ontem.
Fiquei sabendo na noite de sexta que eu teria que ler um texto de mais de dez paginas e fazer resumo de outro para a manhã seguinte. Como minha aula neste sábado começou 9:50am, o que fiz? Acordei 7:30am e fui cumprir meus deveres. Num MEGA sono, já que eu tinha saído na noite anterior e chegado em casa 1:00am, tomei um café bem forte e fui ler, escrever e pá. Me arrumei, fui pra faculdade e lá a profe fala que teriamos um horario pra nos organizar em grupos, cada um com um subtema do texto de 10 paginas e no segundo horario teriam as apresentações. Beleza, me juntei às minhas três novas amigas e perguntei 'e aí gente, como vamos apresentar? esse subtema é o mais dificil!'. Elas três olharam pra mim e disseram: 'nós não lemos'. Ok, contei até dez e falei 'então leiam aí'. As três pegaram o texto e foram ler. Eu fiquei as observando. No meio da leitura, uma pegou o celular, a outra foi no banheiro e a outra ficava falando de homem. Pedi um pouco de atenção pro texto e elas voltaram a ler. Novamente interromperam pra falar de outros trabalhos de outras matérias. Novamente também pedi atenção, porque os outros são pras próximas semanas e aquele para cerca de dez minutos. Já que elas estavam demorando um século pra terminar, peguei um lápis e uma folha e comecei a escrever pontos importantes que eu achava que deveriam ser ditos na apresentação. Elas então me falam que terminaram e perguntam o que eu estava fazendo. Expliquei e li, e elas continuaram me olhando com cara de 'aham claudia, senta lá'. Perguntei então 'quem vai apresentar?'. Que pergunta idiota! A resposta foi óbvia e em coro, ouvi: 'você!'. A minha resposta, pra quem me conhece, também foi óbvia: 'POR QUE EU?'. Acreditem, ouvi um 'estamos morrendo de sono, não conseguimos prestar atenção no texto!'. ALÔÔÔÔU, EU ACORDEI 7:30 DA MATINA PRA LER AQUELE TROÇO E EU RECEBO ISSO COMO RESPOSTA? Aham, todo mundo senta lá! Respirei BEM fundo e cdevo ter contado até mil pra conseguir relaxar e aceitar a situação. Perguntei de novo: 'ninguém vai falar NADA? eu quase morro quando tenho que apresentar alguma coisa pra turma! ninguém vai me ajudar?'. Todas me olharam. Só me olharam. Exigi então que elas ficassem com a parte dos exemplos, ou seja, eu falaria o que estava alí no texto e elas exemplificavam. Pra isso, expliquei sobre o que o texto falava, na esperança de que elas tivessem algum argumento bom e inventassem alguma coisa pra falar na hora. Nada. Elas só me disseram 'você tem facilidade pra entender textos, né?'. Tenho. Também tenho facilidade pra dar tiradas quando me irritam, quer ver? ¬¬ . Eu podia contar até um milhão, contar carneirinhos, vacas, bois e pacas, que meu estresse alí não resolveria. Lembrei então que a professora tinha dado um exemplo do nosso assunto em sala de aula e pedi para que elas falassem disso na apresentação. Elas pegaram um papel, começaram a escrever alguma coisa e por fim disseram 'ah, não lembramos. fala desse exemplo aí que você nos explicou, que é mais fácil.' Juro que tive vontade de mata-las.
Enfim, não deu tempo pro nosso grupo apresentar e todo o estresse foi em vão. Mas graças a Deus a apresentação é só no próximo sábado, e até lá eu monto um bom discurso. Sozinha.
A minha revolta então fica por conta do simples fato de eu ser sim uma pessoa "diferente" alí, não que eu seja mais inteligente, mas obviamente, meu apredizado ter sido superior, e me jogarem todo o peso de um trabalho nas costas por isso.
Trato qualquer pessoa, seja lá de onde ela veio ou como ela é, da mesma forma. E gostaria que me tratassem assim também!
Sinto falta das minhas amigas nisso também. Não existia essa de jogar nas costas da outra. Ou fazia ou não fazia, e pronto! Esse tal de pongar em mim não vai durar muito tempo! E tenho dito. Minha paciencia não é perfeita.

Me desculpem pelo desabafo, mas eu precisava colocar isso pra fora!

Um beijo, M.E.



- Postado por: Emy =) às 20h44
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